A primeira balada em Christchurch
Não sei como esqueci de escrever sobre isso! Mas tem mais uma do Valentino que veio a refletir aqui em Christchurch. Na hora não foi lá essas coisas, mas quando cheguei na cidade grande a ficha caiu.
Naquela fatídica noite em que ele me expulsou do seu carro, Valentino ficou na casa de Michelle, nossa amiga em comum, que nos apresentou. O filho da puta não falou nada sobre a briga e nem falou que tinha me botado pra fora do carro. Michelle, então, muito inocentemente, deu para ele algumas roupas que eu deixara com ela.
- Tem como você entregar isso pro Thiago?
Eram minhas melhores roupas. Tinha deixado em Queenstown para usar quando fosse para as baladas. Não ia precisar delas em Cromwell.
Não preciso nem dizer que nunca mais as vi!
É por isso que pensei duas vezes antes de ir para a balada naquela noite de quinta-feira. Era minha segunda semana na cidade e ainda estava atolado na merda até o pescoço.
Mas a Camila tinha me chamado, tinha insistido, tinha implorado. E eu não consigo resistir aos pedidos de uma garota. E sei lá, ela era interessante e estava me convidando para ir de casalzinho para a balada. Mesmo com minha aura pessimista resolvi pagar pra ver. Pagar não, já que as baladas em Christchurch são de graça.
Acabei indo com minha blusa rasgada, velha e suja que trabalhara por dois meses nas vineyards (acreditem: minha melhor roupa).
Quando a encontrei, minha primeira decepção: estava usando salto alto! Se uma mulher que tem quase a mesma altura que você aparece de salto alto para um encontro é por que ela não te dá a mínima.
A segunda decepção foi quando ela insistiu para irmos ao Shoothers, uma balada podre, bem ao estilo Vila Olímpia.
- Mas eu queria ir no Boogie Nights.
O Boogie Nights é uma outra balada, mais ao estilo anos 70, com músicas antigas e galera descolada. Como eu sei disso? Pela propagando no rádio.
- Tá, mas vamos entrar aqui só pra você dar uma olhada.
Ficamos umas duas horas na fila, e eu já estava tendo calafrios com o ambiente. Camila estava espetacular, vestira roupas de grife, estava bem maquiada e estonteantemente perfumada. Eu ao lado dela parecia um garoto de rua pedindo esmola. Nunca ia passar por namorado ou qualquer coisa parecida. E os outros caras fizeram questão de me provar isso. Já na fila eles começaram a paquerá-la.
-Hey, baby, you are fucking hot tonight!
Quando entramos, me posicionei ao lado dela cheio de vergonha. Não demorou para um kiwi desses bem cafajeste se aproximar, entrar bem no meio e começar a xavecá-la. Eu não consegui ouvir o que ele falou, só vi que colocou o rosto bem pertinho do dela e deve ter dito as maiores barbaridades do mundo. Ela só sorria, não tinha a menor idéia do que o sujeito estava falando.
Camila resolveu ir para a área aberta de fumantes acender um cigarro. Eu a segui. O que mais podia fazer?
Lá fora mais um outro kiwi chato veio paquerá-la.
Eu ficava admirado. Como pode esses caras? Será que sou tão ridículo assim? Será que nem por um segundo eles podem ter pensado que ela estava comigo? Onde está o respeito? Que mundo é esse?
Ele começou a falar com ela no mesmo estilo que o cara de antes. Ela, por sua vez, não respondia nada, só sorria sem graça. Após alguns segundos ele olha para mim:
- You guys are from overseas?
Dei um suspiro:
- Yes.
Ele descobriu que só podia conversar comigo, já que Camila não conseguia manter uma conversa.
- Is she your girlfriend?
Ahhh finalmente alguém teve o bom senso de perguntar:
- No, she isn't.
Ele fez uma cara de assustado e perguntou:
- Are you gay mate?
Fiquei quieto.
Mas ele insistiu na conversa, estava bem bêbado e falava com aquele bafo de cerveja na minha cara. Ele perguntou se estávamos gostando do país, se eu já tinha feito algum esporte radical.
- Yes, it’s a beautiful country. No, I didn't have the opportunity to go in an adventure tour.
Naquela fatídica noite em que ele me expulsou do seu carro, Valentino ficou na casa de Michelle, nossa amiga em comum, que nos apresentou. O filho da puta não falou nada sobre a briga e nem falou que tinha me botado pra fora do carro. Michelle, então, muito inocentemente, deu para ele algumas roupas que eu deixara com ela.
- Tem como você entregar isso pro Thiago?
Eram minhas melhores roupas. Tinha deixado em Queenstown para usar quando fosse para as baladas. Não ia precisar delas em Cromwell.
Não preciso nem dizer que nunca mais as vi!
É por isso que pensei duas vezes antes de ir para a balada naquela noite de quinta-feira. Era minha segunda semana na cidade e ainda estava atolado na merda até o pescoço.
Mas a Camila tinha me chamado, tinha insistido, tinha implorado. E eu não consigo resistir aos pedidos de uma garota. E sei lá, ela era interessante e estava me convidando para ir de casalzinho para a balada. Mesmo com minha aura pessimista resolvi pagar pra ver. Pagar não, já que as baladas em Christchurch são de graça.
Acabei indo com minha blusa rasgada, velha e suja que trabalhara por dois meses nas vineyards (acreditem: minha melhor roupa).
Quando a encontrei, minha primeira decepção: estava usando salto alto! Se uma mulher que tem quase a mesma altura que você aparece de salto alto para um encontro é por que ela não te dá a mínima.
A segunda decepção foi quando ela insistiu para irmos ao Shoothers, uma balada podre, bem ao estilo Vila Olímpia.
- Mas eu queria ir no Boogie Nights.
O Boogie Nights é uma outra balada, mais ao estilo anos 70, com músicas antigas e galera descolada. Como eu sei disso? Pela propagando no rádio.
- Tá, mas vamos entrar aqui só pra você dar uma olhada.
Ficamos umas duas horas na fila, e eu já estava tendo calafrios com o ambiente. Camila estava espetacular, vestira roupas de grife, estava bem maquiada e estonteantemente perfumada. Eu ao lado dela parecia um garoto de rua pedindo esmola. Nunca ia passar por namorado ou qualquer coisa parecida. E os outros caras fizeram questão de me provar isso. Já na fila eles começaram a paquerá-la.
-Hey, baby, you are fucking hot tonight!
Quando entramos, me posicionei ao lado dela cheio de vergonha. Não demorou para um kiwi desses bem cafajeste se aproximar, entrar bem no meio e começar a xavecá-la. Eu não consegui ouvir o que ele falou, só vi que colocou o rosto bem pertinho do dela e deve ter dito as maiores barbaridades do mundo. Ela só sorria, não tinha a menor idéia do que o sujeito estava falando.
Camila resolveu ir para a área aberta de fumantes acender um cigarro. Eu a segui. O que mais podia fazer?
Lá fora mais um outro kiwi chato veio paquerá-la.
Eu ficava admirado. Como pode esses caras? Será que sou tão ridículo assim? Será que nem por um segundo eles podem ter pensado que ela estava comigo? Onde está o respeito? Que mundo é esse?
Ele começou a falar com ela no mesmo estilo que o cara de antes. Ela, por sua vez, não respondia nada, só sorria sem graça. Após alguns segundos ele olha para mim:
- You guys are from overseas?
Dei um suspiro:
- Yes.
Ele descobriu que só podia conversar comigo, já que Camila não conseguia manter uma conversa.
- Is she your girlfriend?
Ahhh finalmente alguém teve o bom senso de perguntar:
- No, she isn't.
Ele fez uma cara de assustado e perguntou:
- Are you gay mate?
Fiquei quieto.
Mas ele insistiu na conversa, estava bem bêbado e falava com aquele bafo de cerveja na minha cara. Ele perguntou se estávamos gostando do país, se eu já tinha feito algum esporte radical.
- Yes, it’s a beautiful country. No, I didn't have the opportunity to go in an adventure tour.
- Why not?
Falou isso com uma cara de espanto. Não ia explicar para ele todas as condições sociais que envolvem as pessoas do terceiro mundo, principalmente da América Latina. Ele tampouco parecia ser do tipo que entendia a frase "I don't have money" por isso só fiquei quieto.
- Are you afraid? Come on man!
E começou a imitar uma galinha, olhando para Camila, a fim de a divertir e me humilhar. Ela até deu umas risadas, mas relevei pelo fato dela não ter a menor noção do que estava rindo.
Por fim ela entrou novamente dizendo que ia ao banheiro. Esperei um pouco do lado de fora e o kiwi chato continuava na minha.
Resolvi entrar também e encontrei Camila conversando com alguns brasileiros. Ela me viu e veio ao meu encontro:
- É meu ex-namorado que está aqui, que coincidência né?
Coincidência o caralho! Era por isso que ela tinha insistido tanto para ir naquela balada de merda. Perguntei se haveria alguma chance de trocarmos de balada mais tarde.
- Se você quiser ir pode ir. Eu vou ficar aqui.
Fiquei puto da vida. De imediato entendi tudo o que se passava. Ela só me chamara pra ir naquela balada porque estava com vergonha de ir sozinha. Ela tinha se queimado com todos os brasileiros da colôniazinha e estava doida para voltar a viver entre eles.
No momento que encontrou a turminha, ela foi pra cima descaradamente de um deles… um bobão que dançava em cima da mesa, torto de bêbado:
- Ah, olha ali o fulano, que demais, ele tá dançando em cima da mesa.
E foi em direção ao sujeito.
Caminhei enfurecido em direção à saída. Iria embora! Chega, era o fim, muita humilhação para um dia.
No caminho encontrei o kiwi bêbado que estava conversando antes.
- Hey man! Do you want to meet some girls?
Inocentemente respondi:
- Sure
E ele chamou as duas garotas mais feias da festa.
Ele fez de sacanagem, só pode ter sido de sacanagem! Filho da puta!
-So, this is Jeny, and this is Emily
Cumprimentei as garotas e conversamos um pouco enquanto o kiwi saiu de fininho. Ele ainda sorriu pra mim por trás das meninas fazendo aquele gesto universal de "vai lá, garoto!"
Estava muito puto!
Nisso uma delas vira pra mim e diz:
- Can you buy us a drink?
Não era possível. Não estava acreditando que estava ouvindo aquilo:
- S-sorry... what did you say?
- I asked if you can buy us a drink.
E então eu explodi
- What the fuck are you talking about? Do you have any idea of what you are asking me? Look to me girl, look to my clothes, look to my accent, look to my face! I'm from the third fucking world! I`m brazilian, we come here to clean your fucking shit. Don't come to me and ask for a goddamnit drink. I won’t pay you a drink! I have no fucking money to pay you anything. You!!! Can you hear me? YOU should pay me a fucking drink!
(Que porra você está falando? Você tem idéia do que está me pedindo? Olha pra mim garota, olha pras minhas roupas, olha pro meu sotaque, olha pra minha cara! Eu sou do terceiro mundo, caralho! Eu sou brasileiro, a gente vem aqui limpar a merda de vocês, porra. Não me venha pedir pra pagar a merda dum drinque. Não vou pagar! Não tenho dinheiro pra te pagar porra nenhuma. Você!!! Tá me ouvindo? VOCÊ deveria me pagar a porra dum drinque!)
Falou isso com uma cara de espanto. Não ia explicar para ele todas as condições sociais que envolvem as pessoas do terceiro mundo, principalmente da América Latina. Ele tampouco parecia ser do tipo que entendia a frase "I don't have money" por isso só fiquei quieto.
- Are you afraid? Come on man!
E começou a imitar uma galinha, olhando para Camila, a fim de a divertir e me humilhar. Ela até deu umas risadas, mas relevei pelo fato dela não ter a menor noção do que estava rindo.
Por fim ela entrou novamente dizendo que ia ao banheiro. Esperei um pouco do lado de fora e o kiwi chato continuava na minha.
Resolvi entrar também e encontrei Camila conversando com alguns brasileiros. Ela me viu e veio ao meu encontro:
- É meu ex-namorado que está aqui, que coincidência né?
Coincidência o caralho! Era por isso que ela tinha insistido tanto para ir naquela balada de merda. Perguntei se haveria alguma chance de trocarmos de balada mais tarde.
- Se você quiser ir pode ir. Eu vou ficar aqui.
Fiquei puto da vida. De imediato entendi tudo o que se passava. Ela só me chamara pra ir naquela balada porque estava com vergonha de ir sozinha. Ela tinha se queimado com todos os brasileiros da colôniazinha e estava doida para voltar a viver entre eles.
No momento que encontrou a turminha, ela foi pra cima descaradamente de um deles… um bobão que dançava em cima da mesa, torto de bêbado:
- Ah, olha ali o fulano, que demais, ele tá dançando em cima da mesa.
E foi em direção ao sujeito.
Caminhei enfurecido em direção à saída. Iria embora! Chega, era o fim, muita humilhação para um dia.
No caminho encontrei o kiwi bêbado que estava conversando antes.
- Hey man! Do you want to meet some girls?
Inocentemente respondi:
- Sure
E ele chamou as duas garotas mais feias da festa.
Ele fez de sacanagem, só pode ter sido de sacanagem! Filho da puta!
-So, this is Jeny, and this is Emily
Cumprimentei as garotas e conversamos um pouco enquanto o kiwi saiu de fininho. Ele ainda sorriu pra mim por trás das meninas fazendo aquele gesto universal de "vai lá, garoto!"
Estava muito puto!
Nisso uma delas vira pra mim e diz:
- Can you buy us a drink?
Não era possível. Não estava acreditando que estava ouvindo aquilo:
- S-sorry... what did you say?
- I asked if you can buy us a drink.
E então eu explodi
- What the fuck are you talking about? Do you have any idea of what you are asking me? Look to me girl, look to my clothes, look to my accent, look to my face! I'm from the third fucking world! I`m brazilian, we come here to clean your fucking shit. Don't come to me and ask for a goddamnit drink. I won’t pay you a drink! I have no fucking money to pay you anything. You!!! Can you hear me? YOU should pay me a fucking drink!
(Que porra você está falando? Você tem idéia do que está me pedindo? Olha pra mim garota, olha pras minhas roupas, olha pro meu sotaque, olha pra minha cara! Eu sou do terceiro mundo, caralho! Eu sou brasileiro, a gente vem aqui limpar a merda de vocês, porra. Não me venha pedir pra pagar a merda dum drinque. Não vou pagar! Não tenho dinheiro pra te pagar porra nenhuma. Você!!! Tá me ouvindo? VOCÊ deveria me pagar a porra dum drinque!)
Quando terminei de falar a última palavra, ainda respirando com dificuldade, a música terminou. Elas me olharam durante aqueles míseros segundos até que o próximo hip hop escroto começasse.
Uma delas deu uma tragada e estendeu o cigarro que fumava em minha direção:
- Do you want to smoke?
- YES!! Thanks.
Acabei aquela bituca e saí. Estava puto, mas não entreguei os pontos. Iria para o Boogie Nights sozinho… que se foda!
Na porta o segurança me olha de cima para baixo e diz:
- Hey mate! You cannot get in with these shoes.
Voltei enfurecido para o backpack. Chegando lá não consegui abrir a porta.
O quarto não tinha tranca, mas Tommy colocou um armário pra bloquear a entrada e, de dentro, gritou:
- Hey mate. Just a minute. I'm finishing something in the room.
Após alguns minutos uma loira sai do quarto, e ele me recebe sem camisa, todo suado e com um sorriso no rosto:
- Thanks mate. I owe you one!
Dei um sorriso sem graça e fui dormir.
Uma delas deu uma tragada e estendeu o cigarro que fumava em minha direção:
- Do you want to smoke?
- YES!! Thanks.
Acabei aquela bituca e saí. Estava puto, mas não entreguei os pontos. Iria para o Boogie Nights sozinho… que se foda!
Na porta o segurança me olha de cima para baixo e diz:
- Hey mate! You cannot get in with these shoes.
Voltei enfurecido para o backpack. Chegando lá não consegui abrir a porta.
O quarto não tinha tranca, mas Tommy colocou um armário pra bloquear a entrada e, de dentro, gritou:
- Hey mate. Just a minute. I'm finishing something in the room.
Após alguns minutos uma loira sai do quarto, e ele me recebe sem camisa, todo suado e com um sorriso no rosto:
- Thanks mate. I owe you one!
Dei um sorriso sem graça e fui dormir.


7 Comments:
rsrsrsrsrsrs, torço q as coisas melhorem, mas acredito q ja esta na hora de voltares. Ta chegando o final de ano e passar o verão no sul é o q Vc ta merecendo ....
abraços
By
Luiz Fernando, at 11/04/2006 04:08:00 AM
hey, monamour!
poutz... o q aconteceu com essa vadia aí na NZ ñ é lá tão diferente do q acontecia contigo aki no brasil, né... ;P
a kestão é a vc ñ enxerga por detrás das cortinas, thiagão. essas minas super arrumadinhas q passam desodorante na buceta e tal, kerem mesmo é ter uma gama de pretês aos seus pés, p/, na verdade, garfar um cara c/ dinheiro... o q ñ é seu caso. ainda... ;D
qto a vc voltar, nada a ver! fike mais um tempo! adorei as passagens beatniks!, aproveite-as!
se juega!!!
ah, lendo vc agora, me lembro de "Idiot Wind", do Mr. Dylan!
...e é o q todos somos ao final...
"Idiot wind, blowing through the buttons of our coats,
Blowing through the letters that we wrote.
Idiot wind, blowing through the dust upon our shelves,
We're idiots, babe.
It's a wonder we can even feed ourselves."
... cara, são 9 minutos de porrada essa muska!, mas esse final contextualiza mto bem nossos fins justificados pelos meios; ñ se exaspere com os idiotas, lembre-se de q qdo vc faz isso, se torna mais débil q eles...
ñ se exalte!, curta sua estadia ae! ... mesmo pq, akele nosso assunto de msn de hj, ñ vai rolar... já tenho um cara q sussurra francês na minha orelha enqto eu gozo...
;P
bjão! te adorão! saudadão!
By
Bia Beatnik - The Godmother against mad chicks!, at 11/04/2006 04:18:00 AM
Cara, em relação ao texto eu realmente acho que você evoluiu muito. Sua descrição emocional está real. Vi sua frustração e o quão puto vc ficou. Parecia filme americaano da sessão da tarde, saca.
Quanto a situação eu só tenho uma coisa a te dizer: véio, vamo tomar uma breja.
Eu tomo daqui e vc toma daí e brindamos às merdas que a vida apronta conosco. Que vc acha?
Beijos
By
Kaká, at 11/05/2006 02:17:00 AM
Eu definitivamente vi sua cara de frustração e lembrei do seu cabelo grande. Ajuda se vc cortá-lo, estou quase começando uma campanha.
By the way, o Valentino conhece a supermodel?? Se sim, achei o fdp!
R-I-D-I-C-U-L-O!!!
R-I-D-I-C-U-L-O!!!
R-I-D-I-C-U-L-O!!!
Bjusss
ps: sou uma "fã" boa vai?!- Até pesquisa pós-leitura eu tô fazendo!!;)
By
Alline Ruas, at 11/05/2006 08:55:00 AM
QUE NOITE, HEIN!!!PELO AMOR...
By
Anônimo, at 11/06/2006 01:42:00 PM
QUE NOITE, HEIN!!!PELO AMOR...
By
Thaís (facú), at 11/06/2006 01:42:00 PM
Thiagao... nao desista... a mulher mais gata da NZ ainda vai olhar para vc!! !! ! vc mereceeeee tbmmm vc eh bem burro!!!! VC VAI ATÉ AI PRA PEGAR MULHER BRASILIERA???????????
porraaaa... se voce nao fosse tao explosivo, tinha levado as 2 gringa feia pra casa!!!!!!
PENSA PORRAAA
satisfação!
By
Lucas Parrudo Lopes, at 11/06/2006 05:17:00 PM
Postar um comentário
Links to this post:
Criar um link
<< Home